Betinha é imune ao covid-19 porque…

… ela é reptiliana!

Calma, curiosa leitora e apressado leitor! Se vocês desconhecem o quê ou quem sejam os reptilianos não tardarei a explicar. Sei que os mais atentos estão disparando na frente e afirmando que é uma espécie de tartaruga, jabuti, cágado, cobra, serpente, jacaré, crocodilo, camaleão, iguana e lagarto. Para outros me aligeiro a garantir que sogra não integra essa espécie. Melhor dizendo, algumas!

Segundo a versão mais conhecida da teoria, os reptilianos seriam alienígenas que estão infiltrados há milhares de anos no planeta Terra com o objetivo de estabelecer um verdadeiro império por aqui. Não, isso não é roteiro de filme de ficção científica!

A ideia dos reptilianos foi popularizada por David Icke, um teórico da conspiração que afirma que alienígenas reptilianos que alteram de forma controlam a Terra assumindo a forma humana e ganhando poder político para manipular as sociedades humanas. Icke afirmou em várias ocasiões que muitos dos líderes mundiais são reptilianos. Ele afirma que o xadrez da política e das relações internacionais é controlado por uma raça de alienígenas com aparência de réptil.Metamorfos, eles não só viveriam infiltrados entre nós, como controlariam a humanidade. Para isso, ocupariam cargos importantes em nossa sociedade. Existem várias outras teorias envolvendo este assunto. Contudo elas normalmente têm o mesmo fim, a dominação mundial pelos seres reptilianos. Assim como a figura réptil está presente em várias culturas e crenças ao redor do mundo, podendo representar figuras maléficas bem como seres fortes e admirados. Com o decorrer dos séculos, os Reptilianos desenvolveram uma Raça Híbrida de Reptóides Humanos, dividindo o planeta lado a lado com os seres humanos, se organizando e se programando até se sentirem aptos a governar o mundo. Atualmente esses Reptilianos se sentem preparados para liderar o planeta através de um Governo Mundial Único. Eles desenvolveram a “Conexão Illuminati”, aquela que planeja e articula todos os acontecimentos do planeta Terra, desde suas crises ambientais, econômicas, políticas, sociais, religiosas, militares, atentados terroristas e outros. Além de deter a maior parte da riqueza do planeta através do poder aquisitivo de suas “Famílias Iluminadas” e de seus híbridos descendentes da grande corrente Illuminati.

Pois bem, a Betinha é reptiliana. Se te fosse permitido tocar-lhe as mão concluirias serem estas mais suaves e macias do que as de um recém-nascido e que jamais apanharam algo de peso superior ao de um talher, ao de uma caneta ou ao deuma joia. Dona Bebel Ângela, mãe da Betinha, mal ouvia o suspiro da pimpolha, percorria imensos corredores até alcançar a câmara onde, acolhida pelo berço esplêndido, a mimada menininha sonhava, não com o príncipe encantado, que isso era anelo de plebeia, de gente pobre e de mau gosto, mas com a coleçãode mais de três mil bolsasque ela, Betinha,haveria de possuir, ostentando-as em qualquer ocasião e lugar diante das multidões que beijariam o chão por onde passasse. Caprichosa, cheia de vontades, Bebel determinara que Philip, o Lipe, primo distante, a pedisse em matrimônio, eis que ela não era dada a perda de tempo. Lipe, por sua vez, não era muito amigo da espera para os jogos de alcova, topou sem restrições aos protocolos.

Betinha gerou quatro filhos, o Carlinhos Tampax, um oligofrênico nato, Aninha, de personalidade totalmente oposta ao do irmão, conhecida por sempre bater de frente com a mãe e pensar diferente de sua família, assim como os dois últimos, André Alberto e Duda Antonio, que não dispensavam baladas movidas a muito trago e escândalos estampados na primeira página do jornal sensacionalista The Sun.

Betinha, exatamente por sua natureza reptiliana, nunca fora uma mãe amorosa e dedicada aos rebentos. Como sogra mostrara-se extremamente tirana e ególatra, a ponto de negar-se a comparecer ao funeral de uma de suas noras. O que lhe compraz até hoje, é ter tido a seus pés, onze ianques e um havaiano, o Herbert, o Harry, o Dwight, o John, o Richard, o Gerald, o Jimmy, o Ronald, o George (também um reptiliano), o Bill, o Georginho Jr., o Pato Donald e o Barack, e um macuxi, um pataxó, um potiguara, um tromembé e uma anta tupiniquim, o Artur, o Ernesto, o Nando Hique, o Lisinácio (outro reptiliano) e a Wanda Dilma.

Como então pensar que Betinha, reptiliana que é, vá entregar de mão beijada o que realmente ama ao primogênito Tampax se, aos 94 anos de idade, há poucas semanas, foi vista, alegre e solta, praticando o que sempre cultivou: a cavalgada. Como imaginar Betinha, a reptiliana, ser vítima indefesa de uma gripezinha chamada Corona Vírus 19? Como conceber Betinha sem ouvir, da sacada de sua morada, a cada 2 de junho, há exatos 67 anos, a saudação de “Longa vida à Rainha! Longa vida à Rainha! Longa vida à Rainha! Longa vida à Rainha! Longa vida à Rainha!…”.

Não é à toa que Elizabeth Alexandra Mary Windsor, a querida e amorosa Betinha – primeira filha de Albert Frederick Arthur George e de Isabel Ângela Margarida Bowes-Lyon (A Rainha Mãe) –, seja uma reptiliana.

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