Candidatos e Jesus – Nilton Moreira

Chegamos ao momento crucial da difícil tarefa da escolha de nossos futuros representantes. São muitos e isso cria uma confusão maior ainda nas pessoas que tem menos dinâmica e esclarecimento. Fica difícil de entender, por exemplo, como uma pessoa que tem antecedentes desabonatórios não pode ocupar um cargo público de pequena importância, enquanto que para ser representante de uma população como é o Brasil pode até ter sido condenado em primeira instância. Mas isso é da Lei. Modifique-se a Lei então.

A tarefa das escolhas é bem complicada sim, e não devemos nos sentir diminuídos por estarmos em dúvidas ou com medo de errar! Afinal não somos expert em política!

Jesus que foi o homem mais perfeito que apareceu aqui pela Terra, também enfrentou dificuldades nesse sentido quando acreditou em muitos que se acercaram Dele. E olha que Jesus era especial, poderia se quisesse ter usado de suas capacidades evolutivas para filtrar quem melhor lhe prestaria serviço.

Mas o Mestre como nascera sem privilégios algum, pois veio em família humilde, e deveria ser assim para que sua missão fosse desenvolvida, deixou de usar certas aptidões para se adequar ao mundo que estava habitando naquele momento, e escolheu alguns seguidores, ou seja, 12 apóstolos para dar início à obra de divulgar o Plano Cristo.

Notemos como são difíceis as escolhas e temos razão de encontrarmos dificuldades para escolher nossos representantes! O Mestre ao cabo de um tempo foi constatando de que a escolha não fora como deveria, pois Judas o vendeu por um punhado de moedas, se declarando um corrupto perfeito a exemplo de alguns políticos de hoje. Também foi traidor de uma causa que para época era considerada também política.

Pedro, Tiago e João, que deveriam estar em guarda enquanto Jesus orava, acabaram dormindo, o deixando sem a devida segurança. Mais tarde quando vão prender o Mestre, perguntam a Pedro se conhecia Jesus e este diz que não, bem parecido com os dias de hoje que cada um nega sua participação nas falcatruas. Estamos assim diante de personalidades importantes que um simplesmente abandona o amigo e outros preferem dormir deixando quem os elegeu sem o assessoramento necessário.

Também não esqueçamos o plebiscito em que o povo escolheu salvar Barrabás o ladrão e condenar Jesus.

Hoje vejo pessoas virem dizer que preferem não ir votar, ou anular e outras votar em branco por estarem desiludidas com os candidatos que se apresentam. De fato é muito triste o momento pelo qual passamos, e isso faz parte dos resgates dos habitantes do Planeta Terra, mas quando nos omitimos de fazer algo de bom, o mal se exalta.

Não sejamos Judas, João, Tiago ou Pedro ou Pilatos. Sejamos Paulo que posteriormente viu que é com lutas pelos direitos que se chega a algum bom plano.

Vá à urna e vote no que for melhor para o todo. Faça como Jesus, mesmo que os candidatos não sejam os perfeitos ainda.

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