Casos de lesões por águas-vivas passam de 26 mil no Litoral

O número de lesões causadas por águas-vivas no litoral do Rio Grande do Sul subiu para 26.218, segundo o Corpo de Bombeiros.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (30), foram contabilizados entre os dias 21 e 29 de dezembro.

Até a tarde de domingo (29), o balanço parcial indicava 18.533 casos.

Na Operação Verão do ano passado, entre os dias 15 e 29 de dezembro, foram contabilizados 6.611 ferimentos causados pelo animal — quase quatro vezes menos em relação ao registrado neste ano.

Até o momento, os bombeiros já utilizaram cerca de 840 litros de vinagre no combate aos ferimentos causados pelas águas-vivas, esgotando o estoque atual.

De olho na água-viva

– As substâncias liberadas por esses animais provocam irritações na pele, sensação de queimadura, dores e fisgadas. As reações variam conforme o indivíduo, podendo causar ardência e vermelhidão local, náuseas, vômitos, tonturas e desmaios.

– Não utilize água doce, urina, pasta de dente e substâncias sem orientação médica, pois elas estimulam a liberação de mais substâncias tóxicas.

– Não pise ou manipule animais encontrados na beira do mar; mesmo mortos, eles podem causar acidentes.

Contato com água-viva? Fique calmo!

– Lave o local com água do mar.

– Remova suavemente os tentáculos da pele utilizando pinça ou gelo sem esfregar o local.

– Tome banhos e faça compressas com vinagre e compressas frias com bolsa de gel.

– Procure auxílio de um salva-vidas e uma unidade de saúde.

– Evite movimentar a área afetada.

Comentários

Comentários