Notas Dissonantes por Sérgio Agra
"A crítica com transparência e responsabilidade. A visão do homem sob a ótica do humano, demasiado humano".
Sérgio Agra
agraeagra@terra.com.br
Advogado e escritor – Autor do livro “Mar da Serenidade”




»Comentários
Sergio, não me considero feminista (diga-se de passagem não gosto nem do termo), mas chateia-me qquer texto q se refira a mulher como um objeto. E a essência, fica aonde? Texto maravilhoso, muito bem arrematado pelo nosso saudoso Vinícius. Bjs, ando feliz por continuar partilhando dessas leituras ...
Querido amigo Sergio, VIVA AS MINHAS MUITO ROLIÇAS E PERNAS GROSSAS. Adorei tua cronica e agradeço em nome de tantas outras amigas e parceiras tambem de pernas grossas.
Sérgio:
O Criador, em sua infinita bondade, fez com que pudéssemos conviver,neste planeta, com gostos diferentes, com opiniões divergentes. O que seria da humanidade se todos apreciassem as mesmas coisas, os mesmos tipos físicos, os mesmos lugares, os mesmos sabores, etc.,etc.? Viva as diferenças!! É o respeito a elas que dá um colorido maior a tudo. Abraços!!
Amigo Sérgio. Mesmo sem citares o nome, tenho certeza de que te referes a alguém que não leio e nem me darei ao trabalho de ler, mesmo que seja para me certificar do reais termos a que se referiu às mulheres. às quais reputo beleza pelo conteúdo moral e intelectual, não pela circunferência das pernas.
Abração amigo.
Meu querido amigo faz muito tempo, mas muito tempo mesmo que não leio o idiota. Conheço este idiota de longa data, pois militamos na mesma instituição com uma diferença fundamental, eu trabalhei e trouxe para casa algumas fraturas e outros dissabores desta que é uma das mais difíceis atividades humanas, pois quando se prende alguém, diz a voz do povo que tal fizemos por não ter havido “acerto” com o preso e quando deixamos de prender aí é dito eu fizemos “acordo”. Em muitas oportunidades paguei vale pra certos tipos e o fiz de sã consciência vez que logo adiante pude apanhá-lo nas condições ideais a uma condenação bem mais pesada.
Voltando ao idiota e seus conceitos. Certa feita ao retornar de uma copa do mundo se pôs à frente das câmeras da repetidora, vestindo um casaco de couro cor de laranja e chorou copiosamente por alguns instantes. Depois disse aos seus espectadores que seu irmão havia aguardado seu retorno para então morrer. Conheci seu querido irmãozinho e quis o destino que caísse em minhas mãos e para piorar a situação de forma arrogante jogou em minha cara: sou irmão do fulano.
Ele só chegou aonde chegou por ser o Camelinho que deu certo. Há uma história muito interessante e divertida enfrentada por ele e um senador da república lá em Taquara onde vivi. É até hilária, mas esta te conto pessoalmente, pois embora verídica não tenho como provar e sabes melhor do que eu que o ônus da prova recai sobre aquele que acusa, pois és brilhante advogado.
Dou-me conta de que até agora ainda não falei sobre mulheres, esta coisa magnífica que Ele colocou em nosso caminho. Acho-as tão interessantes que não as dispenso de forma alguma. Mas tem umas que se deram bem na vida, as tais modelos. Estas magricelas me fazem rir ao caminharem nos desfiles vez que jogam o pé sempre ao lado contrário ao darem seus passos, lembrando assim um camelo bêbado desfilando no deserto.
Agora algo que é imprescindível em uma mulher, antes mesmo das pernas grossas ou finas é serem inteligentes e cultas, pois a beleza por maior que seja não consegue esconder a burrice. E assim penso por ser eu burro assumido e por isto não aceito burrice maior do que a minha.
Sergio encerro por aqui, pois este assunto é inesgotável. A ti e à minha querida sobrinha, um fraterno abraço, preferencialmente tríplice.
Depois de ler teu artigo "pernas grossas", sinto-me liberto de ser acredito, apenas eu, a venerar o fato de ser um eterno feminista, e colocar no altar o fato simples de ser apenas mulher. Seus encantos não são medidos apenas por um corpo perfeito, mas pelo fato de ser humana e como tal igual ao seu oposto homem, com os mesmos direitos e deveres. Pelo que li, compactuamos as mesmas idéias, o que não é fato novo. E, se me permite, repito aqui o que já tenho te dito pessoalmente, não permite que seus arroubos de mágoas com fatos alheios que não podes controlar, nos faça perder seus escritos em vários locais, permitindo assim continuarmos a dividir opiniões e pensamentos.
Senhor Sérgio, gostei. Não é difícil reconhecer a quem se refere o seu texto. É, seguramente, a uma das figuras mais caricatas e narcisistas da crônica do RS. Tive oportunidade – e a fortuna adversa – , por dever de ofício, de ter contato com o referido cidadão afianço-lhe (não é nenhuma novidade) que se trata, inclusive no trato pessoal, de criatura ridícula, jactanciosa, oportunista e pseudo gremista. Quando o Grêmio, certa feita, precisava de dinheiro (acho que ainda precisa), promovendo uma campanha para arrecadar fundos, a ele foi pedir ajuda, através da sua imagem. Resposta: só mediante cachê. E já reparam que, quando se imiscui a cantor, canta com um acentuado e forçado sotaque carioca. É grotesco! Andou pela ARENA, MDB, PDT demonstrando, efetivamente, que até hoje não encontrou o seu rumo. E confessa, à boca pequena, que maior frustração da sua vida é nunca ter sido convidado a trabalhar na “velha” Caldas Jr. (com o Dr. Breno, não!). Daí a “ciumeira” e a “rixa” que tem com outro colega de rádio, oriundo da Guaíba e do “Correio”, onde já protagonizou, no ar, inúmeras e bizantinas discussões. Não se pode, pois, levar a sério tão pequeno intelecto. E, permita-me a engrossar a sua ode: viva as mulheres, de pernas grossas ou finas feias ou bonitas cordas ou magras, porque são elas que dão colorido à vida , ao amor e à poesia!
Tríplice abraço.
Amigo Sérgio!
Minha mãe já dizia...mulher baixinha e da perna grossa, não há diabo que possa!
Agora, me perdoe, certo?
Meu médico me receitou boas doses diárias de colesterol. Vai daí....
Um abraço!