Notas Dissonantes por Sérgio Agra
"A crítica com transparência e responsabilidade. A visão do homem sob a ótica do humano, demasiado humano".
Sérgio Agra
agraeagra@terra.com.br
Advogado e escritor – Autor do livro “Mar da Serenidade”




»Comentários
Caro Sério: e uma Seleção precisa mais do que uma bela musa, principalmente quando todos estão nivelados a perna de pau. Nós, nem musa temos. Nesse meio tempo, parabenizo o amigo pelo oportuno assunto escolhido.
A Larissa iria fazer mais sucesso junto ao tima da Marta...
Complementando... Desculpas a gauchaaa... Esqueci de citar a mais bela de todas: Yeda Vargas(como pude me esquecer...)
... Serginho... esqueci de citar.
Nessa Seleção de vaidades, até a Vera Fischer, nossa "eterna miss," e atriz, faria muito sucesso. Quiçá, companhia para a bela gostozona Larissa.
Carissimo Sergio... Voce tem toda a razão. Com tantas "famosas" e "peruas" neste país, (des)governado por uma "Senhora bolchevista", vamos torcer delirantemente pela paraguaia Larissa...Quem pudera com ela dançar uma "guarenã", ao som de uma harpa paraguaia... hein amigo.?
Quem de nós não lembra: Félix, Carlos Alberto (capitão), Brito, Piazza e Everaldo Clodoaldo e Gérson Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivelino. Jogávamos num 4-2-4 incomparável. Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivelino não podiam jogar separados (tinham que entrar de qualquer jeito naquele time). E tivemos que amontoá-los. Mas aí, como soer acontecer no futebol, o improviso deu resultado. Jair que era centroavante foi deslocado à ponta direita, mas levado pela sua índole, entrava pelo meio. Resultado: fez gols em todos os jogos. Rivelino era meia, na mesma função de Pelé, mas pela esquerda descia, ajudava a marcar, armava, e tinha um chute violentíssimo de longa e média distância. Tanto Jair e Rivelino, nas duas extremas, entrando em diagonal pela meia, confundiram as zagas adversárias. Tostão também era meia-esquerda. No Cruzeiro jogava com a 10. Mas na Seleção deram-lhe a 9. Buscava e distribuía o jogo. Pelé, bom esse nem se fala. Na contenção havia um líbero chamado Piazza. E a meia a assistir todo time Gerson e Clodoaldo. Digo isso para sustentar que é, sim, possível, num mesmo time, escalar jogadores com características idênticas ou similares, deslocando-os de posição, desde que, mais do que craques, sejam gênios. Antes e depois da Seleção de 70 não se tem notícia de uma igual, nem de atletas como aqueles. Concluo: o Paraguai, Venezuela, Bolívia, Uruguai, nãos estão em ascensão. Nós é que decaímos, descemos ao nível deles. Pudera: não se faz mais seleções como a 70(no mundo todo!). Aguda a crônica. Parabéns.