Internet e o novo desafio, “Momo” – Psicóloga Marisele Souza

Foto: Psicóloga Marisele Souza

O que é a Momo? É uma boneca criada por um artista plástico japonês e ficou conhecida depois que um vídeo chamado “Desafio Momo” viralizando na internet e que nos últimos dias tem aparecido em meio a programas infantis na internet.

Este caso assemelha-se ao da “baleia-azul”, em que a criança vai sendo envolvida em desafios, a partir de uma brincadeira aparentemente inocente, mas que por trás estão pessoas manipuladoras.

Este envolvimento chega ao ponto da criança sentir-se culpada e com medo de pedir ajuda de adultos e podendo chegar sim, ao suicídio.

E quem são essas pessoas por trás desses personagens? São pessoas que conhecem o universo infantil e por isso, acabam manipulando e envolvendo a criança. Podemos lembrar dos abusadores infantis, que buscam agir da mesma forma, primeiro adquirem a confiança da criança e depois acontece o abuso.

Conhecer a rotina e amigos da criança construindo uma relação próxima e de confiança com os filhos é protetivo, questionando, dando limites, afeto. Qual o nome dos amigos? Quem são? O que ela está fazendo enquanto está no trabalho? O que está vendo na internet? Com quem está conversando? Quanto tempo está ficando na internet?

Mudanças de comportamento como maior irritabilidade, ou aumento de choro, ou dificuldades com o sono, alterações na alimentação e hábitos em geral podem ser indicativos que algo está acontecendo com a criança.

Muitos pais possuem a ideia de que “meu filho está dentro de casa, então está protegido!” Nem sempre! Supervisionar o que os filhos estão fazendo na internet é importante sim! Porque além dessas “brincadeiras”, existem os pedófilos que também utilizam as redes sociais para fazer suas vítimas. Como disse anteriormente, construir comunicação efetiva, orientando a criança como cuida-se, evitar algumas situações e o que deve fazer é importante.

Então, será que é a “momo” e a “baleia azul” que estão pondo a vida das crianças em risco? Ou podem ser as relações familiares precárias, que acabam tornando a criança vulnerável a essas situações?Que tal colocar em prática essas orientações? Procure ajuda e orientação.

Psicóloga Marisele Souza

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