“Invasão” de águas-vivas deixam milhares de feridos no Litoral Gaúcho

O domingo (30) foi o dia com o maior número de registros de queimaduras de banhistas no litoral do Rio Grande do Sul até agora nesta temporada.

Foram 5.555 casos que representam cerca de 45% de todos os registros neste verão desde o dia 15 de dezembro deste ano. O acumulado é de 12.160 ocorrências.

No sábado, foram 3,2 mil casos. No entanto, os Bombeiros acreditam que o número deve ser muito maior porque grande parte dos banhistas não registra nas guaritas.

De olho na água-viva

– As substâncias liberadas por esses animais provocam irritações na pele, sensação de queimadura, dores e fisgadas. As reações variam conforme o indivíduo, podendo causar ardência e vermelhidão local, náuseas, vômitos, tonturas e desmaios.

– Não utilize água doce, urina, pasta de dente e substâncias sem orientação médica, pois elas estimulam a liberação de mais substâncias tóxicas.

– Não pise ou manipule animais encontrados na beira do mar; mesmo mortos, eles podem causar acidentes.

Contato com água-viva? Fique calmo!

– Lave o local com água do mar.

– Remova suavemente os tentáculos da pele utilizando pinça ou gelo sem esfregar o local.

– Tome banhos e faça compressas com vinagre e compressas frias com bolsa de gel.

– Procure auxílio de um salva-vidas e uma unidade de saúde.

– Evite movimentar a área afetada.

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