Lagoa dos Barros está imprópria para banho, diz novo relatório da Fepam

O segundo relatório de Balneabilidade das praias gaúchas divulgado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) nesta sexta-feira (22) indica que quatro pontos permanecem impróprios para banho no litoral do Rio Grande do Sul.

Três deles são os mesmos da primeira semana de monitoramento da qualidade da água. Continuam impróprios o Balneário Nova Palma, em Nova Palma; a Praia de Passo Real, em Dom Pedrito e o balneário Passo do Umbu, em São Vicente do Sul. O novo ponto sem condições de banho fica na Lagoa do Barros, no município de Santo Antônio da Patrulha. A Lagoa do Peixoto, em Osório, que havia ficado imprópria no último levantamento, saiu da lista.

Todos os pontos não indicados para banho estão localizados em águas interiores. Neste verão a Fepam está monitorando 79 balneários.

Projeto Balneabilidade

O Projeto Balneabilidade deste verão terá duração de 12 semanas. O monitoramento está sendo realizado em 40 municípios do Litoral Norte, Médio e Sul e das Regiões Hidrográficas do Guaíba e do Uruguai. As coletas e análises são feitas pela Fepam e pela Corsan. Os resultados das análises da qualidade da água serão divulgados nas sextas-feiras, de hoje até 02 de março de 2018.

Os boletins são elaborados com base nos resultados das informações obtidas em cinco coletas realizadas nas semanas anteriores. Para analisar as condições bacteriológicas nas praias e balneários, são utilizados os parâmetros coliformes termotolerantes e escherichia coli, que indicam contaminação fecal, além da contagem de cianobactérias, organismos que podem causar intoxicações.

Os critérios do projeto consideram duas categorias de balneabilidade para águas doces, salobas e salinas: próprias ou impróprias para banho. São consideradas próprias quando os resultados de quatro ou mais das últimas cinco amostras coletadas no mesmo local constatarem quantidade de coliformes termotolerantes igual ou menor de mil ou quantidade de escherichia coli menor ou igual de 800 por cem mililitros.

São impróprias quando os resultados de uma ou mais das últimas cinco de amostras coletadas no mesmo local constatar mais de mil coliformes termotolerantes ou mais de 800 Escherichia coli por cem mililitros, ou ainda, quando o valor obtido na última amostra for superior a 2,5 mil coliformes termotolerantes ou 2 mil escherichia coli por cem mililitros.

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