Somos pessoas com conceitos bem diversificados embora alguns nem emitam conceito próprio, pois são como se diz “maria vai com as outras”, mas de qualquer forma temos sempre que demonstrar comportamentos e um deles é relacionado à parentela.

Muitos mantêm laço estreito de relacionamento com seus parentes, os procurando, visitando-os regularmente, existindo famílias inclusive que tem habito de se encontrarem semanalmente para um almoço, e hoje com a facilidade da comunicação trocam mensagens várias vezes por dia.

Por outro lado tem familiares que pouco se enxergam, não procuram manter vínculo e se encontram raramente e às vezes uma vez no ano por ocasião de aniversários ou festas de fim de ano.

Tem irmãos que pouco se falam ou nem se falam, e filhos que nem procuram os pais e outros que não saem da “asa” destes.

Às vezes é melhor existir certo distanciamento para que o relacionamento embora mínimo fique preservado, pois muitos parentes em razão de ideias opostas chegam a ficar de mal.

Certa ocasião estava Jesus em meio a reuniões que lhe era peculiar e “chegaram então seus irmãos e sua mãe; e, estando de fora, mandaram-no chamar. E a multidão estava assentada ao redor dele, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora. E ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meu irmão? E, olhando em redor para os que estavam assentados junto dele disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porquanto qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe”.

Este fato nos faz refletir que possuímos não só a parentela que nos reunimos e conversamos sistematicamente ou aquela que pouco mantem-se contato, mesmo existindo uma afinidade em primeiro grau, cuja parentela denominamos terrestre. Ela se forma aqui na Terra e perdura determinado tempo com afinidade.

Mas também temos a parentela espiritual, esta que já tínhamos vínculos em outras vidas e ainda continuamos a ter laços estreitos em razão de objetivos a alcançar em comum. Esta parentela sim perdura por bem mais tempo e transcende esta existência.

Isso explica animosidades muitas vezes entre familiares, que já tendo completado os objetivos uns com outros aqui, sentem necessidade de desvincularem-se e cada um segue um caminho diferente, e às vezes nem se veem mais.

Muitas vezes na família nasce alguém que não tem uma relação com o meio e sim é colocado no convívio por ali existir aptidões que possibilitam a ele reencarnante, obter êxito em seus objetivos. Seria como se diz uma prova para os vinculantes.

Portanto é importante expandirmos amor com todos parentes, mesmo que o contato seja raro, pois não sabemos se se tratam apenas de parentela terrestre, espiritual, ou quem sabe ambas.

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