Suicídio é válido? Nilton Moreira

Será que podemos dispor da vida que possuímos para praticar qualquer ato? Será válido quando estamos enfrentando dificuldades que acreditamos não ter solução e nos encontrarmos como se diz popularmente “no fundo do poço”, abreviar o tempo de vida que ainda nos resta?

Será que tendo sido programada a nossa vinda ao Planeta e também constando como muitos falam o fim do tempo que temos de aqui viver, poderia ser o suicídio uma das maneiras pelas quais esse tempo estaria programado para o término?

Será que existe diferença em suicidar-se em meio a estarmos vivenciando uma grave doença que certamente logo ali adiante vai fazer com que a vida que temos se estinga?

Será que existem consequências para quem comete o suicídio?

Muitas destas perguntas são questionadas nos diversos meios de debates e cada um tem sua resposta. As teorias são normalmente fornecidas pelas religiões espalhadas pelo mundo e que são inúmeras.

O que existe por traz da Criação é ainda muito vago, principalmente por não haver um consenso nas crenças e também a ciência ainda não ter elucidado definitivamente sobre o assunto.

Ainda ficamos com a teoria de que ao chegarmos à Terra dispomos de uma vitalidade com capacidade para vivermos determinado tempo, pois que a vinda à carne faz parte de uma programação acertada previamente no plano espiritual. Esta vitalidade é exatamente aquela que se extingue quando por algum motivo durante nossa trajetória aqui debilita nosso corpo físico, seja por uma grave doença ou falência dos órgãos pela idade.

Em caso de acidentes onde acontece o óbito existe uma assistência dos mensageiros do Mundo Maior para que seja realizado o desligamento do espírito/alma do corpo denso que acaba de perder a energia, a exemplo daqueles que tem a falência dos órgãos por idade ou desgaste por moléstia prolongada.

Nas moléstias prolongadas temos a reposição das energias através de medicamentos, soros vitaminados, além de aplicações tecnológicas. Também a energia emanada pelo pensamento das pessoas que cercam o doente nos momentos derradeiros, faz com que o corpo aguente um pouco mais, ficando assim o espírito/alma vinculado mais tempo.

Infelizmente no processo de autoextermínio da vida não contamos com o auxilio imediato dos benfeitores espirituais, pois que suicídio não está dentro da programação de vida aqui na Terra. Os amigos do Plano Maior não esperam de nós o ceifamento da vida e, portanto aquela energia que nos referimos antes está impregnada no corpo e ficará vital até que se dissipe em sua totalidade.

Claro que pela Misericórdia Divina e pelas preces que elevamos para aqueles que cortam sua trajetória aqui, certamente são eles auxiliados no socorro, mas isto pode demorar a acontecer e a situação destas pessoas no outro plano ensejará dificuldades, o que é minimizado naquelas que partem em situação que já constava no programa de vida planejado antes do nascimento, quando na Espiritualidade Maior.
Portanto devemos preservar a vida até o fim do esgotamento natural dos órgãos.

Fomos Criados para viver e enfrentar as dificuldades que surjam.

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